O
ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA:
Perspectiva Intercultural
Perspectiva Intercultural
Marcia
Letricia G. Barbosa*
A
Língua Inglesa tem se apresentado como língua franca devido à expansão global e
o lugar de destaque que ocupa nas relações sociais em face ao mundo pós-moderno
(JENKINS, 2007; RAJAGOPALAN, 2011; BERNS, 2009). De maneira que, a concepção de
língua franca/global/internacional/ leva a repensar as práticas ensino de
inglês, uma vez que, o modelo de falante nativo como ideal de perfeição é
colocado em xeque, o idioma deixa de ser propriedade restrita dos chamados
‘nativos’ e passa a ter funcionalidade para aqueles que a utilizam em suas mais
diversas relações, se moldando as necessidades de seus usuários. Além disso, a
mudança da concepção de uma língua estrangeira para uma língua franca repercute
na escolha de variedades a serem ensinadas, no papel da cultura no ensino da
língua e aspectos a serem considerados na correção linguística, o que demanda
do professor uma postura crítica, reflexiva baseada em uma abordagem de ensino
intercultural (SOUZA & FLEURI, 2003; ESTERMANN, 2010; MENDES, 2012;
SIQUEIRA, 2013). Considerando tal realidade, a comunicação tem como proposta a
discussão das implicações desse novo paradigma de inglês como língua franca
para o ensino. Através dessas discussões, espera-se poder contribuir para
compreensão das consequências do processo da globalização do mundo para a
educação linguística brasileira, visando o desenvolvimento de posturas (docente
e discente) mais críticas, sustentadas em uma perspectiva intercultural de
ensino.
Palavras-Chave:
Inglês como Língua Franca. Ensino de Língua Inglesa. Interculturalidade.
5 comentários:
Parabéns, Márcia!!! Adorei o tema do trabalho...as aulas do Sávio realmente nos ajudaram bastante, né?
Muito bem, Márcia. CAbe pensar, entretanto, que ainda estamos cercados pelo ideal do falante nativo. Por exemplo, vocÊs viram que na abertura da Jornada de Estudos Irlandeses houve a fala do então secretário da educação, Adão, exaltando o fato de Michele Gordon estar ministrando cursos de capacitação em LI para os professores do Estado. Isso como se eu mesma ou outro colega não pudesse fazer o mesmo com foco em pessoas do Tocantins. Ah, mas ela é americana e veio pela embaixada dos EUA... TEmos um longo caminho para descontruir esse senso comum que aprisiona o professor em um locus onde ele, não sendo nativo, não pode ser capaz de ensinar, tampouco o aluno da escola estadual no Tocantins pode ser capaz de aprender. Assim, a pergunta continua rodando: "PAra que aprender inglês, professor/a?"
Ah, um toque quanto ao post para blog. Trnsforme as palavras-chave em marcadores...
Marcinha, adorei seu trabalho. Parabéns !!!
Obrigada!!! Meninas!
Prof. Adriana, é fato que ainda temos um longo caminho na desconstrução do que Chimamada Adiche chama de "The Danger of a single story"... São estereótipos, ideias únicas, construídas a partir de uma única ótica...
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